sábado, 4 de agosto de 2012

Sonecas, leitinho e rock'n'roll

Eu fui uma adolescente cheia de atitude rock'n'roll, sobretudo no que dizia respeito ao visual. Tive cabelo rosa, azul, roxo, usei tachas, spikes e metais, vestia meus jeans ao avesso, customizava minhas roupas e tinha piercing quando poucas pessoas sabiam o que era isso. E meu grande sonho era ter um piercing nos mamilos, o que nunca fiz por falta de coragem. Daí foi-se a adolescência, os cabelos voltaram à cor natural, as roupas precisaram se adequar ao ambiente profissional, mas eu ainda acalentava o sonho do piercing nos mamilos. Daí eu engravidei. Daí o Arthur nasceu. E agora, meu piercing de mamilo de vez em quando sorri para mim.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Guia de internação

Cena 1

Alta madrugada e o bebê chora. A mãe acalenta, dá leite e o bebê, enfim, dorme. A mãe, exausta depois de uma hora e meia entre mamada e aconchego, acorda o pai e pede:
- Querido, você pode, por favor, colocar o Arthur para arrotar e niná-lo um pouquinho?
O pai dá uma resmungada de quem acabou de acordar, levanta, esfrega os olhos e, carinhosamente, coloca para arrotar e nina... O TRAVESSEIRO!

Cena 2

Começo de noite e o bebê, finalmente, dormiu. Mãe dá boa noite ao pai, sai correndo para trocar de roupa e tentar escovar os dentes. No banheiro, pega a escova de dentes e aplica uma porção generosa de... HIPOGLÓS!

Se um médico ler isso aqui, vai me dar a guia de internação para o hospício.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Ainda sobre amamentação, maternidade e amor

Meu filho mama como se fosse uma coisa preciosa. É lindo demais: ele se aconchega no meu colo, procura o seio, abocanha revirando os olhinhos e suspirando fundo, como quem diz "era disso que eu precisava", coloca as mãozinhas sobre meu seio, assegurando-se de que nada lhe escapará, nem o alimento, nem o amor, e mama com vontade. Cada hora, uma vontade: dormir, sonhar, se acalmar, receber o carinho da mãe, passar soluço, aliviar a necessidade de sucção e até se alimentar. No fim, ele sorri, ainda com meu seio na boca, e sejoga para trás, demonstrando a confiança cega que deposita em mim. Justo em mim! Mulher falha, cheia de defeitos, inseguranças e não-sabismos. Por mais que eu leia, me informe e me empenhe em melhorar, sinto que estou ainda muito distante da perfeição que é meu filho. Porém, numa das muitas contradições da maternidade, e sem qualquer modéstia, me acho uma ótima mãe para Arthur. Não pelos sacrifícios que fiz, faço e farei por ele, mas pelo imenso prazer que encontro em ser sua mãe. É bom, muito bom, acordar de madrugada e saber que tenho o poder de aliviar sua angústia, sua fome ou se desconforto. É muito poderoso saber que minha voz o acalma, meu colo o embala e meu seio o sacia. E hoje entendo porque, mesmo com tanto sofrimento (e ainda me dói muito o seio esquerdo), insisti na amamentação, mesmo sem ter um motivo muito claro: percebi que o contato íntimo e visceral promovido pela amamentação é o que tenho de mais parecido com a intimidade da gravidez e com a força do parto que tivemos. É, portanto, através da amamentação que mergulho mais e mais fundo na relação com meu filho. É assim que me nutro da força que preciso (e quero) ter para fazer crescer meu filho, meu amor, minha alegria.

PS: Arthur está com apenas 4kg. Torçam comigo para que não precisemos complementar sua alimentação.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Dudu, eu te amo (mas São Pedro poderia colaborar também)

Dudu, você mudou minha vida, me fez mais feliz e transformou meu modo de ver as noites. Agora, todos dormimos melhor, mais calmos e as mamadas são mais práticas, sem mãozinhas exploratórias e reflexo de Moro.
Ah, Dudu, que maravilha você ter chegado em nossas vidas. Mas São Pedro podia colaborar um pouquinho e mandar um friozinho leve para esse mês de agosto, porque na última noite, não teve Dudu que nos salvasse. Enrolado na flanela, suando em bicas, Arthur achou que acordar duas da manhã era legal. E não conseguimos negociar com ele: dudu, mamadas de uma hora e meia, ninadas, música clássica.
Resultado: estou exausta e torcendo para que essas nuvens negras no céu tragam um tempinho mais ameno, e nossas noites voltem a trazer o prazer do Dudu.

domingo, 29 de julho de 2012

Um rapaz!

Gente, eu tenho um rapaz em casa: usamos agora fralda P. E as roupinhas de RN estão com os dias contados. Outra coisa boa é que meu rapazinho também já entende que pode ficar no colinho da mamãe ganhando um chamego (e não só mamando).
Segunda temos pediatra e estou doida para saber quantas toneladas esse moço está pesando. Meus braços palpitam algo próximo aos 5kg! Meus peitos também acreditam em mais de 4,5kg. Façam suas apostas...

sexta-feira, 27 de julho de 2012

A bagagem da marinheira de primeira viagem

A Thais me sugeriu e eu achei interessante, então eis o minhas impressões e opiniões sobre o enxoval do pequeno.

Convém começar explicando algumas coisas sobre o enxoval que montei para o Arthur. A mais importante é que minha prioridade sempre foi saúde e bem-estar em lugar de beleza. E, para  mim, saúde é sinônimo de ótimo pré-natal e um parto natural. Então, cerca de noventa porcento dos gastos com enxoval foram direcionados ao parto e ao pré-natal. E foram, de longe, o melhor investimento. Além disso, tive a sorte de ter uma prima com um filho 6 meses mais velho que o Arthur, o que me rendeu roupinhas herdadas. Eu não ligo que as roupinhas do Arthur sejam de segunda mão, desde que ele esteja confortável e protegido, e imagino que a imensa maioria as mães também pensem assim. É claro que queremos comprar (ou fazer) umas peças especiais, mas se você tiver alguém desejando doar roupinhas para seu filho, aceite. É uma grande economia e os pequenos não ligam para o que vestem, desde que estejam confortáveis. Outra sorte que tenho é que minha melhor amiga mora nos EUA e trouxe para mim muitas roupinhas da Carter's. Para mim, esta é a melhor marca de roupas infantis no momento: bonitas, práticas, malha de excelente qualidade e barata (nos EUA, aqui são caras, mas não muito mais que marcas nacionais cuja qualidade deixa muitíssimo a desejar). Fora isso, minha tia-avó foi dona de uma loja de roupas infantis durante muitos anos e, tendo desfeito o negócio há pouco, me presenteou com muitas peças. Nem tudo era do meu gosto, claro, mas fiquei felicíssima com o gesto de carinho e com a economia.

Dito isto, vamos aos finalmente!

Mobiliário
Ganhei o berço e comprei cômoda e cadeira de amamentação.
Como sou adepta da cama compartilhada, o bercinho serve para deixar o pequeno para que eu possa fazer um xixizinho, para brincar com ele e para colocar as roupinhas lavadas para serem dobradas e organizadas (como não tenho empregada, às vezes as roupas se acumulam e fica tudo meio zoneado mesmo. E só passo fraldas de pano - para esterelizar - e roupas novas. O tempo que gastaria passando roupas, gasto com meu filho). A cadeira de amamentação é uma mão na roda. Como balança, serve para amamentar, para eu descansar, para visitas sentarem, para o pai ninar o filhote. Enfim, mil e uma utilidades. Mas se você tem uma poltrona confortável ou uma cadeirinha bacana, pode-se abdicar facilmente deste item. A cômoda foi um item-probema porque me arrependi da compra devido ao mau atendimento da loja. Mas ela é uma gracinha e tem puxadores de florzinha. A moça da loja ficou espantada e não queria me vender o kit de puxadores sob o argumento de que eu esperava um menino e florzinha era coisa de menina. Ignorei esta ignorância e mandei ver no meu kit de puxadores provençais. É lindo e certamente não será isto que influenciará a sexualidade do meu filho. Eu, heim...

Fraldas
Gente, que coisa difícil é encontrar fralda de pano nesse Rio de Janeiro! Sofri. E as que encontrava eram caaaaaaras. Mas enfim consegui. Comprei 15 fraldas com bainha pronta (ninguém merece ir pra máquina com aquela pança enorme e fazer bainha em fralda, né? Fazer os cueiros era uma coisa bacaninha porque eram exclusivos e bonitinhos, mas fralda de pano é fralda de pano, né?). As 15 fraldas estavam dando pefeitamente (lembrando que não tenho empregada e que nem sempre consigo lavar e passar as fraldas na frequência que gostaria, por isso comprei 15 unidades. Quem tem ajuda com essas tarefas domésticas se virará muitíssimo bem com meia dúzia ou 10 fraldinhas). Esta semana ganhei mais 5 fraldas de pano grandes, que serão usadas para o banho. É que aqui em casa eu uso fralda de pano para: proteger Arthur de brisas suaves, para cobri-lo durante um soninho a tarde ou no carro, para colocar no colo das visitas e ninguém pegar meu filho com roupa suja de rua, para limpar babadas e golfadas, para enxugar meus seios e a boca do baby durante as mamadas, para forrar cadeirinhas, trocadores e carrinhos que estejam sujos (eu tenho um boxer, que é um cachorro babão, né?), para usar durante o banho para enxugar e enrolar o Arthur. Enfim, item fundamental ao extremo! Impossível viver sem.
Sobre as fraldas descartáveis, fiz um chá de fraldas e ganhei muitos pacotes. Só pedi Pampers ou Turma da Mônica e arrisquei mesmo, porque confiei que Arthur não teria alergias. Sei que o chá é polêmico porque tem bebê que desenvolve alergia a determinada marca e corre o risco de você ficar com zilhões de pacotes de fraldas encalhados, mas achei que valia o risco.
Por enquanto, Arthur só usou fraldas RN e XP. A RN da Turma da Mônica é menorzinha que a RN da Pampers e por isso perdi 4 pacotes (alguém quer trocar comigo ou sabe de uma farmácia aqui no Rio que troque fraldas sem nota?). Também foi a frald que mais vazou. A Pampers XP é a melhor das pequenas. Se você for fazer seu chá, então, recomendo que peça só da XP (que vai, inclusive, até 6kg) Pampers. Arthur usa até hoje e vaza pouco.
Ganhei duzentos milhões de pacotes de fralda tamanho P (novamente, aceito trocas por XP ou por M, G ou GG). Arthur, por mais que faça xixi e cocô, não vai dar conta de usar aquele tanto de fralda. Como ainda não chegamos lá (as fraldas P ficam grandes), não sei qual a melhor. Depois volto pra contar.

Decoração
O quartinho do Arthur era um desafio. Como ele dividiria comigo o espaço, que originalmente era meu escritório, eu precisava tornar harmônica a convivência de coisas adultas e coisas de bebê. E como eu não tinha (tenho) muito dinheiro (e o pouco que tinha investi no parto) e moro de aluguel, precisava resolver a questão com coisas "móveis": mobiliário, quadros, prateleiras etc.
E assim fiz.
Achei na net umas imagens decoruja (que AMOOO!) e mandei imprimir num bureau (custou 170 reais a impressão). Daí recortei e mandei emoldurar (custou 240 reais). E voilá!
Também reaproveitei umas prateleiras que tinhaem casa.
Agora, o item que me arrependo de ter comprado é o famoso kit berço. Custou caro e não uso nada porque não vou arriscar colocar peças soltas no bercinho. Sem contar que como não uso o berço para o baby dormir, para que usar o kit, né? O único item em que vejo utilidade é o edredom porque em breve o usarei para forrar o chão e colocar meu pequeno para brincar.
Em contrapartida,um item decorativo que amei ter comprado foi o trocador em formato de U. Comprei com a fiel companheira almofada de amamentação nesta loja, que recomendo muitíssimo (e que não me pagou um centavo para dizer isso, que fique claro. Recomendo porque gostei mesmo).
Outro item fundamental (tipo as fraldas de pano) é o abajurcom luz suave. Você nunca quer arriscar, às 4 da matina, despertar o baby, que chorou de nove da noite a duas da manhã para dormir e às 3h58 fez um cocozão que você precisa limpar.

Malas e bolsa
As malas da maternidade foram malas que eu já tinha. Achei tudo muito caro e feioso. A bolsa do Arthur é micro e ganhei da minha tia-avó. Este é um item do enxoval que ainda estou procurando, porque preciso de uma bolsa maior e com mais divisórias.

Apetrechos
Não comprei chupeta, mamadeiras, bicos ou esterelizadores. Ganhei uma bomba manual (que como bem diz a Maitena, trata-se de algo que deveria ser proibido pela convenção de Genebra!) e conchas rígidas. As conchas estão sendo úteis (obrigada às que me deram a dica, pois eu havia usado no começo e doeu taaaanto que quase desisti das cocnchas. Mas agora elas estão me ajudando bastante, inclusive com vazamentos). A Lansinoh também ganhei. Usei e não achei essa coisa toda que dizem. Ela deixava meu seio "melado" e quando Arthur ia fazer a pega (ele mamava o dia todo, com algo como 20 minutos de intervalo entre as mamadas) a boquinha dele escorregava e ele mordia meu bico. Ui! Parei com pomadinha e tudo melhorou. Agora, que estamos craques na pega, talvez tente novamente, ao menos no seio mutilado.
Faz parte da categoria "apetrechos" aquela espuminha de banheira para o RN não deslizar durante o banho. E olha, detestei aquilo. Nossos banhos melhoraram horrores depois que tiramos o troço de dentro da banheira.

Brinquedos
Achei que Arthur só fosse começar a interagir com brinquedos a partir do segundo ou terceiro mês e por isso comprei apenas um móbile de cachorrinho. Ainda bem que no chá ganhei um monte de brinquedinhos porque com 20 dias meu pequeno já brincava horrores! Só recomendo que comprem os brinquedinhos que possam ir na máquina de lavar, porque limpar pelúcia com vinagre é um porre!

Tecnologias
Assim que contamos da gravidez para a família, minha sogra anunciou uma viagem aos EUA. Encomendamos duas coisas: bouncer e babá eletrônica. Infelizmente minha sogra não sabia o que era um bouncer e teve dificuldades para encontrar (ela preferiu não trazer errado) o dito cujo, mas em compensação trouxe uma superbabá eletrônica, com câmera de visão noturna e tudo! Foi ótimo porque além de bem baratinho para ela, para nós foi uma excelente  economia. Aqui em casa usamos pouco o aparelho porque o apartamento é pequeno e Arthur fica grudado em mim praticamente 24h, mas quando estou sozinha e preciso lavar louça ou quando ele dorme e quero ficar em outro cômodo, acionamos a babá. Recomendo muitíssimo, sobretudo se você, assim como eu, tem uma casa de férias com escada, porque ficar subindo e descendo escada para ver se o baby chorou, não dá.
O bouncer realmente fez falta e acabamos comprando aqui no Brasil mesmo. Compramos um modelo 2 em 1: balanço + bouncer e já no primeiro dia Arthur dormiu 4h seguidas nele. Ótima aquisição, recomendo a todas!
Fora isso, temos um aparelho de som no quartinho dele, onde tocamos uma playlist variada: baby songs, cantigas, mantras indianos, tudo que possa ajudar no soninho. Recomendo, mas Arthur ainda não associou que musiquinha é para acalmar e dormir, não. Mas vai que o baby de vocês associa, né?
Também lançamos mão de 2 recursos quando o chororô é intenso e prolongado: um secador de cabelos e este vídeo do youtube. Ambos lembram o barulho que o baby escutava no útero e ajudam mesmo a acalmar o fera neném.

Roupas
Como eu disse no começo deste post imeeenso, comprei pouca coisa, ganhei/herdei um monte de coisas. De todas as roupinhas que Arthur tem, apenas cerca de 20 por cento fui eu que comprei.
Repito que minha marca favorita é Carter's, mas sei que nem todo mundo pode bancar o preço em terras tupiniquins (eu sou uma dessas) ou não tem a sorte de ter quem possa trazer as peças direto da fonte.
Comprei também algumas coisas da Gerber e da Mini Me, mas a malha da Carter's é bem melhor! Das marcas nacionais tenho muitas coisas da Bebê Básico, da Bibe e da Linha Bebê. Dessas marcas, a melhor, disparada é a Bibe. Malha ótima e umas coisinhas lindinhas. A Bebê Básico tem uma malha muito grossa e tudo fica meio "pesado" para um recém-nasciso. Talvez quando Arthur estiver maior e se arrastar pelo chão eu ache bom essa "grossura" toda da marca, mas por enquanto acho apenas uma boa opção e com muitas cores. A Linha Bebê tem roupinhas de linha e minha restrição a essa marca é que nem tudo é 100% algodão. Arthur não teve alergias, mas foi um risco que corri.
Em termos de quantidade, ainda não sei se está bom ou se, por ter ganhado muitas peças e herdado muitas outras, a coisa está mal-dividida. Por enquanto, tudo funcionou bem e não precisei ficar desesperada, lavando roupa a toda hora, o que era meu medo maior.
Para recém-nascido, tenho: 8 bodies de manga comprida da Carter's, 2 bodies de manga comprida da Bebê Básico, 1 body de manga comprida de marca desconhecida, 5 bodies de manga curta da Gerber, 3 bodies de manga curta da Carter's, um conjunto de calça+body de manga curta da Carter's,  2 calças sem pé da Carter's, 2 calças com pé reversível da Bebê Básico, 3 calças de linha da Linha Bebê, 2 camisetas de linha da Linha Bebê, 4 jumpers da Linha Bebê (AMO esses jumpers!!!), 4 macacõezinhos de malha fina da Carter's, 1 macacão de malha mais grossinha da Carter's, 2 macacões de plush da Carter's, 1 macacão de plush da Chicco, 2 macacões de malha da Bibe. Arthur tem ainda: um pijaminha de marca X, duas mantas (uma de linha, de marca desconhecida, uma de malha, também de marca X), um cobertorzinho de microfibra (que só usamos no tal casamento, já que ele é beeeem quente), duas toalhas (e acho de bom tamanho, mas assim que tiver um dinheirinho sobrando, vou comprar mais uma para garantir), 4 cueiros (lembram que a amiga ia trazer os cueiros? Ainda não fomos buscar tudo na casa da moça e estamos sem os 4 cueiros da Carter's e o cobertor também da Carter's que comprei) e duzentos milhões de sapatinhos de crochê (Arthur usou uns 5 ou 6 só! Não comprem muitos, viu? E troquem, se puderem, os que ganharem. Como os bodies da Carter's têm luvinhas embutidas, só tenho 3 pares extras, mas se você pretende usar luvinhas, tenha mais pares, uns 5 ou 6, porque sujam muito e podem se perder (eu achei ótimo usar luvinhas porque deixa a mão do bebê mais quentinha - e eu odeio ficar com mão gelada, imagino que o bebê também possa ter esse desconforto - e também serve para proteger a pele do bebê, já que as unhas crescem muito rápido, nem sempre você tem tempo de cortá-las, e o bebê, quando fica nervoso, esfrega a mão no rostinho e pode se ferir).
Arthur ainda tem 3 roupas especiais: um conjunto de casaco + calça + gorro da Carter's, um conjunto para RN com body estilo japonês + gorro + sapatinhos de malha da Carter's (foi a roupa do primeiro dia!) e um conjunto de body + calça de plush de uma grife aqui do Rio (presente da minha tia e que foi ótimo porque foi o que tasquei no menino para o casamento. Nunca imaginei que RN fosse precisar de uma roupa mais arrumadinha e tinha estreado a peça no lanchinho que fiz aqui em casa para comemorar o 1º mês do filhote).

As meias ficaram pequenas num piscar de olhos, ainda bem que foram herdadas e eram apenas duas.
O que nunca usei, apesar de ter ganhado: camisetas de malha fina ou de linho (além de deixar a barriga do baby de fora, são fininhas e não me parecem tão confortáveis ao toque quanto uma malha macia), saída da maternidade (não ganhei e nem comprei, mas sabia que não usaria, logo, não fiz questão), babadores, travesseiro e pano de boca (uso a boa e velha fralda de pano mesmo).

Enfim, povo, acho que é isso, por enquanto. Se me lembrar de algo mais, venho contar. Se quiserem perguntar, fiquem à vontade. Como eu disse, essa foi minha bagagem de primeira viagem e nem acho que tenha exagerado porque comprado por mim, só os bodies de manga comprida e 2 macacões de malha (e os famosos cueiros e o cobertor). O resto foi presente ou repasse.